Análises [5]


Como se dá afinal o seguir em frente?
É deixar o vento soprar, let it be, daqui a pouco tudo vai ser passado mesmo?
Deixar sentir a saudade do não saber, a saudade do que já passou, a saudade do que ainda nem vivi?
Deixar mudar, utilizar perdas para refinar a paciência, arriscar viver. Ser maior do que o meu tamanho.
Tropeçar sempre na mesma pedra, digerir “palavras duras em voz mansa” e ainda depois, declarar-se pronta e perfeita para o agora seja lá o que for.
Não entender. Duvidar. Hoje, talvez mude. E ainda amanhã, esteja diferente.
Seria querer demais?Talvez. Mas, se eu não for por mim, quem será por mim?E se eu não for por mim, o que sou?E se não for agora, quando será?


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